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“Eu vejo-te. Eu vejo-te.
E tu, consegues ver-te? Sabes quem és?
Para que todas as guerras terminem, é necessário resolver primeiro conflitos interiores.
Olha para a Terra como se estivesses fora dela.
Vivemos todos neste ponto azul, frágil, perdido num manto de escuridão.
Somos um só.
Os olhos observam, seguem, devolvem o olhar.
Os satélites escutam e intuem perguntas urgentes:
De onde vimos e para onde queremos ir?
Entre luz e sombra, vigilância e cuidado, esta instalação convoca paz, união e consciência partilhada.”
Técnica
Fotografia, Photoshop
Conceito e Criação
Miguel Morazzo